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Cartas de amor

por Felipa Monteverde, em 25.04.13

Cartas de amor, quem as não deseja?

Quem as não escreveu já? Quem não

desesperou para fazer letra bonita,

num papel bonito, com lindas palavras?

 

"Todas as cartas de amor são ridículas",

dizia o poeta. Deixá-las ser, se são de amor.

E se o amor é ridículo, deixá-lo ser também.

É ridículo mas é bom, sabe bem.

E receber cartas de amor também sabe bem,

por mais ridículas que sejam.

 

Escrevamos, pois cartas de amor.

De amor sentido, sincero. Ridículo até.

Mas amor, muito amor. Amor em cada letra,

em cada palavra escrita. Por ridícula que seja.

 

Felipa Monteverde

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publicado às 23:08


1 comentário

De Ailime a 26.04.2013 às 18:50

Olá Felipa, adorei este seu poema sobre as cartas de amor! E o amor penso também quando verdadeiro chega ser, por vezes, ridículo. Mas que seja sincero como refere no seu magnífico poema. Beijinhos Ailime .

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